quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Pensamento do dia : "Afinal, quem sou eu?"



Pode até achar bobo, mas sempre achei engraçado me olhar no espelho e ver que aquela ali sou eu, sabe, perco um certo tempo do meu dia refletindo sobre "quem realmente sou eu" e apesar de fazer isso quase todos os dias, eu ainda não cheguei em uma conclusão concreta sobre o meu eu, ou sobre quem eu realmente sou, se sou o que eu quero ser ou o que eu estou predestinada a ser, simplesmente se eu escolhi ser quem eu sou ou se sou quem eu sou apenas sendo. É confuso assim descobrir quem você é.
 Me perco ainda mais pensando em que estilo que gosto, se sou romântica ou crítica demais, se gosto de escrever ou de cantar, de fotografar ou desenhar. Talvez um pouco de cada um, ou pode ser até todos de um jeito só, mas isso te deixa na dúvida  quando a pergunta vem: "Do que você mais gosta?" Eu simplesmente travo, e não consigo responder, porque de uma forma ou de outra, eu gosto de tudo que eu faço ao passo que faço várias coisas. É como aquela pergunta que temos que responder desde quando somos crianças "Afinal, qual a sua cor favorita?", essa pergunta deveria ser extinta, porque é muito ruim ter uma cor preferida, porque assim que se tem uma cor favorita, você acaba por descartar as outras e deixar aquela ali no topo da sua vida, que ao invés de ser colorida, passa a ser apenas lilás, rosa, azul... E não é assim que funciona o arco-íris e muito menos a vida, já que o arco-íris vem pra mostrar que as cores juntas, são bem mais bonitas do que sozinhas, são bem mais alegres e refletem bem mais a vida. E é o arco-íris que deveria ser ensinado para crianças, e não a selecionar sua cor preferida e se apegar a ela.
 Tem gente que não se dá o trabalho de pensar em quem é, o que faz e o que deveria fazer pra melhorar, apenas age como se estivesse tudo perfeito e não quisesse mudar. Mas nem que seja uma planta de lugar, tudo pode ser mudado pra melhor, e assim tornar nossa vida mais confortável, e não um peso de uma rotina repetitiva que se torna um cansaço desnecessário pra quem apenas poderia se olhar no espelho e perguntar "afinal, quem sou eu"?

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